A Espanha é o segundo país no mundo com mais pessoas calvas depois da República Tcheca. De acordo com dados oficiais, na República Tcheca 42,79% dos homens sofrem de algum tipo de alopecia. Um número que excede minimamente os 42,6% de espanhóis que sofrem do mesmo problema e que, de acordo com alguns relatórios, pode aumentar ainda mais nos próximos anos. As razões que levam alguns especialistas a considerar a Espanha como a próxima líder em calvície no mundo são: primeiro, a genética, determinante quando se trata de causar novos diagnósticos de alopecia; má nutrição, como resultado de uma dieta pouco variada e menos rica em frutas e vegetais em comparação aos vários países ao nosso redor, apesar de nossas hortas, e o fumo, também em porcentagens muito mais altas do que o saudável. No entanto, essas causas parecem ser endêmicas à Europa, já que oito de cada dez países com mais calvície no mundo são europeus, sendo os Estados Unidos e o Canadá as duas únicas nações de fora do continente a entrar de fininho no top 10 mundial, dois países que compartilham de algumas daquelas doenças endêmicas que aceleram a calvície. A República Tcheca e a Espanha são seguidas pela Alemanha, com 41,24% de carecas, a França, com 39,24% e o Reino Unido, com 39,23%. É no sexto lugar que encontramos os Estados Unidos, com 39,94% de alopáticos, seguidos pela Itália, com 39,01%; Polônia, com 38,84%; Holanda, com 37,93% e Canadá, com 37,42%. Fora dos dez países com os níveis mais altos de alopecia no planeta nós encontramos a Rússia, com 33,29% de sua população com problemas visíveis de saúde capilar, Austrália, com 30,39% e México, já abaixo dos 30%, com 28,28% de habitantes carecas em seu território. Números bem mais altos do que os encontrados em países asiáticos e países africanos, onde a população parece desfrutar de uma saúde capilar muito mais benevolente do que a realidade neste lado do mundo. É só no décimo quarto lugar que vemos o Japão, o país da Ásia com 26,78% de carecas. Depois disso, Hong Kong, com 24,68%; Singapura, com 24,06%; Tailândia, com 23,53%; Taiwan, com 22,91%; Malásia, com 22,76% e Coreia do Sul, com 22.41%, fecham o top 20 dos países com mais alopáticos no globo.

Razões pelas quais perdemos cabelo o tempo todo

Um dos estudos mais recentes neste campo alertou que em grande parte dos países desenvolvidos, a perda de cabelo está acontecendo numa idade mais precoce do que nas gerações anteriores. Um bom exemplo é o trabalho que está sendo realizado na Universidade de Tsinghua em Pequim, onde foi detectado que a maioria dos estudantes universitários havia passado por algum tipo de perda de cabelo maior do que o comum. Como se isso não fosse o bastante, também foi descoberto que quatro em cada dez estudantes notaram que tinham menos cabelo do que no momento em que eles começaram a estudar e um em cada cinco foi capaz de confirmar isso devido a comentários de parentes e amigos. Além disso, um em cada quatro escolheu um tratamento farmacêutico ou visitou um médico para corrigir sua perda. Mais e mais pacientes estão indo a clínicas especializadas em tratamentos capilares. Alguns até mesmo antes de ser recomendável começar a agir. Sendo assim, embora seja possível realizar um transplante capilar em qualquer pessoa com idade legal que não apresente problemas de saúde incompatíveis com a intervenção, é recomendável esperar que a pessoa chegue aos trinta antes de realizar o transplante. É nesse ponto que, após passar por uma análise exaustiva para saber qual é a causa da queda, o paciente será adequadamente diagnosticado para começar o mais rápido possível algum tratamento para parar sua queda de cabelos definitivamente. Entre os tratamentos mais comuns para pessoas que perdem um número incomum de folículos capilares que não conseguem se regenerar, aqueles que visam aumentar a circulação de sangue no couro cabeludo se destacam. Algo que é frequentemente alcançado através de uma melhora na alimentação ou com a prescrição de loções para massagear a área e, em outros casos, requer outros tipos de tratamento, como plasma enriquecido. Seu objetivo é, através da oxigenação do sangue do próprio paciente e da inserção do mesmo no couro cabeludo, facilitar o fluxo de nutrientes até o folículo capilar para reativar as unidades foliculares desativadas, estimulando o cabelo mais afetado pela alopecia a crescer mais forte e promovendo o crescimento de cabelos novos e mais saudáveis. Embora esses tipos de tratamento normalmente consigam melhorar a saúde capilar de muitos pacientes por conta própria, a verdade é que a grande maioria das alopecias requer uma operação de transplante para fazer com que o cabelo cresça de novo onde ele parou. Dentre todas as intervenções cirúrgicas que visam repovoar o cabelo daqueles diagnosticados com alopecia, a técnica médica mais avançada, a FUE, se destaca. Uma técnica que envolve a extração individual de unidades foliculares daquelas áreas com cabelos saudáveis para transplantá-las naquelas em que o cabelo não cresce. Esta técnica, muito mais indolor, rápida e com um período pós-operatório mais curto e suave do que o que é visto com outras técnicas como a FUSS, permite alcançar resultados muito mais detalhados, considerando que ela é realizada posicionando os cabelos um por um. Como se isso não fosse o bastante, a taxa de sucesso dos enxertos excede os 99%, sendo o único que oferece resultados vitalícios garantidos para aqueles que escolhem repovoar seus pontos de calvície e ostentar um couro cabeludo cheio de cabelos saudáveis, firmes e brilhosos.
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